Associado, atente-se as dicas da Policia Civil para evitar golpes pela internet no fim de ano

No fim de ano, com a aproximação do Natal e Ano Novo, os golpes tendem a aumentar, principalmente na internet. Por isso, é importante você ficar bem atento para se proteger dos invasores e oportunistas, veja algumas dicas:

O delegado Wagner Salles destaca que, com a pandemia, as compras on-line se tornaram mais frequentes e consequentemente a ação de estelionatários no meio virtual também cresceu.

O delegado dá quatro dicas que devem nortear todas as compras pela internet:

1- Buscar informação;
2- Ter cautela;
3- Desconfiar sempre, sobretudo quando houver grandes facilidades;
4- Na dúvida, não fazer a compra;

Golpes mais frequentes

Segundo Salles, por causa do natal, um dos golpes que se tornam frequentes é a criação de sites falsos para vendas, por exemplo, de eletrodomésticos. Na virada de ano, o delegado também pede atenção dos motoristas no pagamento do IPVA, pois há registros de criminosos agindo na falsa cobrança do imposto.

Ao longo da pandemia, a Polícia Civil ainda detectou a ocorrência de outros golpes.

O crime do falso boleto, o crime do falso leilão de veículos, a clonagem do WhatsApp, o crime do parente internado”, enumera.

Na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, um golpe conjuga a atuação on-line e presencial e tem chamado a atenção das autoridades. É o golpe da venda de veículos pela internet, em que o estelionatário se coloca como intermediário da negociação. Ao ver a oferta, o criminoso usa as informações para fazer outro anúncio.

Na verdade, tanto o comprador quanto o vendedor são vítimas nesse golpe. O estelionatário faz eles acreditarem que ele é um terceiro interessado, que ele tem vontade de comprar para dar de presente para alguém. E pede que os dois não fale um com o outro sobre esse tipo de negociação que está sendo intermediada por ele”, explica a delegada Roberta Sodré.

Segundo ela, o prejuízo neste tipo de crime varia entre R$ 6 mil e R$ 70 mil.

De acordo com o delegado Wagner Salles, quando os cuidados não são suficientes e o consumidor é vítima de golpe, é preciso fazer um boletim de ocorrência. Mas só isso não basta.

Procurar a Polícia Civil para dar continuidade às investigações. É preciso que todo esse procedimento seja instrumentalizado através do inquérito policial para que se busquem esses autores”, afirmou. Segundo ele, inicialmente, a vítima deve procurar a delegacia de área mais próxima e, se for o caso, ela será encaminhada para uma delegacia especializada.

*Com informações, G1

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